sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

A mais poderosa instituição da Europa Medieval


“Com a expansão do feudalismo por toda a Europa Medieval, observamos a ascensão de uma das mais importantes e poderosas instituições desse mesmo período: a Igreja Católica. Aproveitando-se da expansão do cristianismo, observada durante o fim do Império Romano, a Igreja alcançou a condição de principal instituição a disseminar e refletir os valores da doutrina cristã.

(...)Através da centralização de seus princípios e a formulação de uma estrutura hierárquica, a Igreja teve condições suficientes para alargar o seu campo de influências durante a Idade Média. Estabelecida em uma sociedade marcada pelo pensamento religioso, a Igreja esteve nos mais diferentes extratos da sociedade medieval. A própria organização da sociedade medieval (dividida em Clero, Nobreza e Servos) era um reflexo da Santíssima Trindade. Além disso, a vida terrena era desprezada em relação aos benefícios a serem alcançados pela vida nos céus. Dessa maneira, muitos dos costumes dessa época estavam influenciados pelo dilema da vida após a morte. Além de se destacar pela sua presença no campo das idéias, a Igreja também alcançou grande poder material.”

Começo pela idade medieval.
Bom, através deste fragmento que trouxe até aqui, notamos o poder de dominação da "Santa Madre Igreja", especialmente na era medieval em que a Europa passou...
Convenhamos, meu caros, esta instituição religiosa era apenas um sistema corrupto e de dominação sob os pobres cristãos. Ela proibia livros, conhecimento, questionamento, curas através de ervas, e quem cometia esses "terríveis atos" eram chamados de hereges, bruxos, e foi assim que a Inquisição chegou. A Inquisição, ou o Tribunal do Santo Ofício, ocorreu para que a igreja não perdesse seu poder, ela matou mais de 10 mil pessoas inocentes, afirmando que eram hereges que iam contra os princípios da "Santa Ingreja", que aliás de santa não tinha nada (corrupção, orgias, estupros, etc.). Mas, espere aí... Princípios?? Princípios??? Mas que raio de princípios são esses?

Sinceramente meu povo, os verdadeiros pagãos eram os próprios dominicanos da igreja.
Essas pessoas distorceram a palavra de nosso Senhor Jesus, transformando milhares de pessoas pagãs e/ou revoltas.

Poucos Conhecem...
"Teodora, esposa de Justiniano, que, no II Concílio de Constantinopla, no ano 553, influenciou o imperador para que a crença na reencarnação fosse banida dos dogmas da Igreja, a qual, até então, era reencarnacionista; distorcermos e fizemos mergulhar no esquecimento as palavras de Orígenes, discípulo de Clemente de Alexandria, que afirmava a doutrina do Carma e da Palingenesia." 

Trecho retirado do livro Sob as Cinzas do Tempo, de Carlos A. Baccelli, pelo espírito Inácio Ferreira.

Ou seja, meus queridos amigos... Pensem um pouco...
Por que será que ela (e outros) baniram a crença na reencarnação? Será, porque, se cultivassem essa crença o poder da Igreja diminuiria radicalmente?! Será que a ideia reencarnacionista traria conhecimento suficiente para que muitas pessoa desapegassem do material e passassem a exigir mais questões e mais respostas?! Teriam mais consciência da "rasteira" que a Igreja estivesse dando-lhes??
Pois é... Infelizmente não foi assim.

Essa era foi marcada - arrisco afirmar - como Idade das Trevas*! Sabe-se lá o por quê né? -risos.

*O nome dado a essa era foi marcado não só pela religiosidade extrema e cega, mas, também, ao pouco desenvolvimento social, cultural e tecnológico.







(Sugestões? Ideias? Fatos? Artigos? Me envie! e-mail: paula.marttins@hotmail.com)

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